Havia um homem sentado na cama ontem. Nessa, nesta cama aqui, onde eu estou sentado agora. Visto e reconhecido, pois se parecia com um homem, atingia as expectativas do que é um homem. Carimbado e autenticado pelo canto de olho que recebeu a luz da moldura da fresta da porta, vago não-perceber atravessando um corredor apressado.

Nasceu e morreu sem ficar sabendo de nada.

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